Rua Chile

 EDER JEAN FIGUEIREDO DIAS

Rua Chile 1902

Fonte: Diário Oficial da Bahia – Quarta-feira, 16-07-1902.

ANNO XLVII, Nº. 158.

Festa do Chile das organizações dos festejos para recepção dos Oficiais da Esquadra Chilena nesta Capital.

 

Palavra chave: Rua Chile, sociedade senhorial, privilégios e prestigio.

 

Introdução

Utilizando a história como ferramenta, é possível descrever brevemente como a Rua Chile tornou-se um símbolo de requinte e elegância, de oferta de serviços de qualidade, reduto do carnaval baiano e de ponto de encontro das pessoas mais importantes de Salvador, durante a primeira metade do século XX. Utilizo algumas das categorias que fundamentam a metodologia Materialismo Histórico e Dialético desenvolvido por Marx, objetivando contribuir para a elaboração do artigo. Este artigo desenvolve uma reflexão historiográfica sobre o universo da classe dominante e dirigente sobre as classes sociais históricas, tendo as suas diversidades e enfocando como tema principal o espaço urbano da Rua Chile.

Com objetivos básicos, mostra como a Rua Chile do século XX, desenvolveu as reflexões, políticas, históricas, administrativas e sociais e que tal designação é passível de transferir de que maneira pode-se organizar o espaço social urbano. A história da Rua Chile confunde-se em alguns momentos com a história da cidade de Salvador. Isso porque foi o primeiro espaço físico que funcionou como uma rua urbana na colônia. A rua fez parte do projeto inicial de construção da cidade, elaborado pelo mestre de obras português Luís Dias, a serviço do primeiro governador geral do Brasil, Thomé de Souza (NASCIMENTO, Silvia. 2002). A construção da rua iniciou se no ano de 1549. Durante o século XVI, época em que Salvador ainda era uma cidade murada e constituída apenas por sete ruas, a via atualmente conhecida como Rua Chile era a principal delas.

A pequenina Rua Chile localizada no Centro Histórico de Salvador tem um passado grandioso e um acervo arquitetônico – boa parte destruída pelos maus gestores da cidade – de causar inveja às principais ruas da cidade e do país. Todo o poder da cidade estava concentrado nela: o Palácio dos Governadores, a Câmara Municipal e a Prefeitura. Politicamente, a rua era o centro das decisões, além de ser o eixo que ligava a Praça Castro Alves ao Centro Administrativo da Cidade.

Definição da sociedade senhorial

Numa economia moral do trabalho forjado na perspectiva escravista, a experiência de ser livre ou liberto pode ser objetivada na recusa ao trabalho regular, uma forma de situar-se no exterior da rede de dominação tecida pelo poder senhorial. Os classificados como vadios pelos discursos instituídos, no século XIX, sobrevivem de uma gama de ocupações que tem em comum, além da ausência de vinculação senhorial a irregularidade ou descontinuidade temporais do trabalho exercido na sociedade baiana. Assim ao lado da concorrente Mao-de-obra escravista ainda disponível e das crises da economia baiana, que tornavam rarefeitas as alternativas de sobrevivência para os pobres e libertos, desenvolve na cidade de Salvador uma cultura que, inevitavelmente articula o trabalho regular a permanência da subordinação ao jugo senhorial. Era uma sociedade baseada nas relações pessoais, onde quem vagava por vilas e cidades sem laços de dependência significavam situar-se fora da ordem estabelecida.

O planejamento econômico, administrativo, e urbano da cidade de Salvador era denominado como Centro Histórico, onde desde as Portas do Carmo o Portal de São Bento e a Praça da Piedade, o Bairro da Saúde, e o mar – a região do Cais do Porto formava os limites primordiais da cidade colonial. Quanto à questão da família, segundo Katia Mattoso: “Ao longo do Século XIX o local em que se formavam inteligências e mentalidades, foi, na Bahia, a família, fosse legitima, abençoada pela igreja ou consensual, chefiada muitas vezes por uma mulher, situação aceita sem grande dificuldade pela sociedade. Ser filho natural não acarretava ao que parecem grandes problemas de inserção ou mesmo de ascensão social, pelo menos no âmbito da classe média e inferiores da sociedade. E, quando se era rico, origens humildes ou naturais eram rapidamente esquecidas”.

 

Relações de prestígios e privilégios e como a sociedade moderna pensou isso.

A sociedade baiana foi formada, de um lado, por um pequeno grupo composto pela nobreza de sangue, parte da aristocracia rural. Abaixo destes estavam os altos funcionários da Coroa, os dignatários eclesiásticos e os principais cidadãos da Bahia, que gozavam de privilégios financeiros ou jurídicos. Na camada seguinte estavam os artesões mais importantes e os membros das corporações de oficio, depois que vinham os brancos pobres, seguidos das pessoas de ascendência mista e, finalmente, os escravos.

Como toda cidade brasileira da época, Salvador apresentava condições quase medievais de higiene e organização. As condições do lado pobre da capital baiana: fezes no meio da rua, lojas barulhentas, porcos andando soltos e muita miséria. A divisão entre cidade alta (onde viviam os ricos) e cidade baixa (reservado aos pobres) fez de Salvador a perfeita tradução da profunda desigualdade social que existia na colônia. A capital da província tinha cerca de 50 mil habitantes que na maioria eram negros e mulatos.

Se na parte baixa predominava o mau cheiro, na alta havia praças amplas, chafarizes e igrejas grandiosas. A Praça do Palácio era epicentro dessa opulência. A Biblioteca Publica contava com quase 5 mil livros, em luxo para época. O belo Teatro São João, no largo (atual Praça Castro Alves), oferecia vista para o mar. E o Passeio Público, era um jardim amplo e iluminado, com alamedas ladeadas por árvores frutíferas.

A formação e o desenvolvimento da região e do organismo urbano são intimamente ligados, do mesmo modo que os diferentes elementos deste último o são no interior da cidade. Isso não exclui, entretanto, o fato de que os elementos da estrutura urbana possuem, cada qual, características próprias, uma individualidade que nos leva a distinguir em uma cidade vários conjuntos, cuja arrumação gera o que se chama de estrutura urbana, correspondendo as diferentes formas de utilização e organização do espaço. (SANTOS, Milton. 1959).

No século XVIII, esta separação passou a dar lugar a uma flexibilidade social gerada, por um lado, pela urbanização da Cidade da Bahia (Salvador), que tirou do Recôncavo o papel de verdadeiro centro social e comercial da capitania e, por outro, pelo despontar da classe mercantil, cuja riqueza proporcionava aos seus membros aceitação social e acesso aos cargos públicos. Enquanto no século XVII o açúcar e o gado eram os únicos meios de obter fortuna, no século XVIII a especulação financeira e os empréstimos de dinheiro passaram a dar lucro mais seguro. A iniciativa pessoal substituiu a nobreza herdada como instrumento de igualdade social. Funções e valores da nobreza passaram a ser combinados aqueles da burguesia. Em toda a sociedade tornou-se mais fácil a modalidade social, o que se refletiu também na ocupação de cargos na Colônia.

O centro é um desses elementos. Desse ponto de vista, entretanto, ele constitui uma verdadeira síntese, pois reflete, ao mesmo tempo, as formas atuais da vida da região e da cidade e o passado, seja pela evolução histórica da cidade e da região, seja pelo sitio escolhido inicialmente para instalar o organismo urbano. (SANTOS, Milton. 1959).

Utilizando a história como ferramenta, é possível descrever brevemente como a Rua Chile tornou-se um símbolo de requinte e elegância, de oferta de serviços de qualidade e de ponto de encontro das pessoas mais importantes de Salvador, durante a primeira metade do século XX. A história da Rua Chile confunde-se em alguns momentos com a história da cidade de Salvador. Isso porque foi o primeiro espaço físico que funcionou como uma rua urbana na colônia. A rua fez parte do projeto inicial de construção da cidade, elaborado pelo mestre de obras português Luís Dias, a serviço do primeiro governador geral do Brasil, Thomé de Souza (NASCIMENTO, 2002). A construção da rua iniciou-se no ano de 1549. Durante o século XVI, época em que Salvador ainda era uma cidade murada e constituída apenas por sete ruas, a via atualmente conhecida como Rua Chile era a principal delas. Antes de ser conhecida como Rua Chile, a rua mais antiga do Brasil, teve outras 14 denominações, entre elas, Rua Direita das Portas de Santa Luzia, Direita das Portas de São Bento, Direita dos Mercadores, Direita do Palácio e etc. O nome atual da via foi estabelecido por decreto em 1902. A nova denominação foi uma homenagem à esquadra da marinha de guerra chilena, que desfilou em Salvador no dia 16-07-1902 e, que na época, era uma das três maiores esquadra do mundo. A justificativa para a alteração do nome da via pública não era a estreita ligação entre a Bahia e o Chile, pois entre estes não havia vínculos políticos, econômicos ou culturais. Mas o entusiasmo da recepção e a atenção que a mídia dedicou a esse acontecimento influenciaram as autoridades a instituírem a Lei 577 em 1902, através da qual a rua recebeu o nome atual e passou a ser conhecida como Rua Chile (NASCIMENTO, 2002).

Outro fato relevante na história da Rua Chile ocorreu em janeiro de 1912, quando ela foi palco de conflitos políticos entre militares do estado e forças federais. Lojas e repartições públicas foram destruídas pelos bombardeios e os prédios que antes do conflito necessitavam de reformas foram arruinados (CADENA, 2002). Nesse contexto, foi empreendida a reforma da rua como parte do processo de modernização de Salvador, implementado no primeiro governo de J.J. Seabra (1912/1916). As reformas promovidas por Seabra foram motivadas pela importância adquirida pela área central de Salvador e pela transformação da cidade-portuária em pólo terciário regional (GOTTSCHALL; SANTANA, 2006).

Durante as obras de alargamento e modernização da rua, parte do patrimônio edificado foi destruído (GOTTSCHALL; SANTANA,2006). Uma das construções mais importantes da Rua Chile era o Teatro São João. Inaugurado em 1812, ele foi à primeira casa de espetáculos do Brasil colônia. Foi nesse teatro que surgiu o carnaval de Salvador. Nesse local, aconteciam os bailes carnavalescos freqüentados pela elite da cidade, estes originaram os clubes carnavalescos que desfilavam na Rua Chile. A partir daí a festa tomou proporções maiores e se expandiu em direção ao Campo Grande, estas  são alguns das relações de prestígios e privilégios que a rua exercia na sociedade baiana. A demolição desse prédio estava prevista na reforma urbana do governo Seabra (1912/1916), fato que era noticiado pela imprensa baiana daquele período.

O Teatro São João não chegou a ser demolido, pois foi misteriosamente destruído pelo fogo, em 1923. É possível perceber que a reforma urbana de Salvador destruiu muitas edificações antigas que tinham um significado importante na história da cidade em nome da adequação do centro tradicional aos tempos modernos (ROLNIK; BOTLER, 2003 apud GOTTSCHALL; SANTANA, 2006). Por isso, é possível encontrar várias gerações de construções na Rua Chile. Edifícios modernos e antigos integram o mesmo cenário, proporcionando a sensação de volta ao passado sem sair do presente (SANTOS, 2008).

Entretanto, foi a partir da reforma urbana da cidade que a Rua Chile tornou-se um dos principais centros comerciais e de serviços da capital baiana (GOTSCHALL; SANTANA, 2006). A nova rua foi inaugurada, em 1915, mais larga, com arquitetura moderna e lojas de moda no estilo parisiense (CADENA, 2002). As transformações feitas na Rua Chile marcaram o início do seu apogeu. Além da importância política e administrativa que a rua já possuía devido à proximidade com o Palácio do Governo (atual Palácio Rio Branco), com a Prefeitura e a Assembléia Legislativa, ela passou a ter grande importância comercial devido às lojas e serviços que se instalaram na área. O comércio da rua atendia às exigências dos fregueses, em sua maioria membros das classes mais abastadas. As lojas exibiam os lançamentos da moda européia.

Segundo o geógrafo Milton Santos, “comércio varejista de luxo encontra-se principalmente nas Ruas Chile, Misericórdia, Ajuda, Carlos Gomes [...]. Sobre um total de 310 entregas feitas em domicílio por uma magazine da Rua Chile, durante uma semana de maio de 1957, 240 foram feitos a clientes que habitavam nos bairros ricos, sendo o resto entregue a outros, nos bairros de classe média” (SANTOS, 2008, p. 82- 83). O trecho anterior demonstra que o público que freqüentava e adquiria produtos nas lojas localizadas na Rua Chile geralmente pertenciam às classes mais altas da sociedade baiana.        

É importante relembrar os nomes e as características de alguns dos estabelecimentos mais importantes da rua, entre eles estão a magazine Sloper, primeira loja de departamento da cidade “onde se encontrava de tudo, desde os chamados artigos de cama e mesa, presentes, bijuterias e moda feminina, até brinquedos e prataria (A TARDE, 2002, p. 4). Sua principal concorrente, a Casa Duas Américas, foi a primeira a instalar escadas rolantes, a partir de 1958. A rua era uma espécie de shopping a céu aberto.

Nos fins de semana, os baianos iam à Rua Chile passear, olhando as vitrines e assistir aos filmes exibidos no Cine Glória ou Guarani (atualmente Espaço Unibanco de Cinema Glauber Rocha).

A Rua Chile abrigou o primeiro empreendimento turístico privado, voltado para um público de elevado poder aquisitivo (GOTTSCHALL; SANTANA, 2006). O primeiro hotel de luxo da Bahia, o Palace Hotel, foi inaugurado em 1934. Construído com material importado, seu projeto previa a construção de um estabelecimento hoteleiro que tivesse um modelo arquitetônico considerado avançado, naquele período. Foi nesse hotel que funcionou o primeiro cassino da Bahia. A importância do hotel de luxo é descrita por Jorge Amado em sua obra “Dona Flor e seus Dois Maridos”, no capítulo no qual D. Flor pede a Vadinho uma visita ao Palace Hotel, como presente de aniversário. Embora tenha realizado esse desejo de D. Flor, inicialmente o marido se nega a levá-la ao hotel.

Embora o êxito do hotel tenha sido comprometido devido ao surgimento de novos hotéis em Salvador, a partir da década de 1950, ele funcionou até 2003, quando foi vendido para uma rede portuguesa de hotéis.

A Rua Chile também era o local onde os médicos e advogados mais famosos da cidade tinham seus escritórios. O professor, cientista, especialista em planejamento familiar e reprodução humana, Elsimar Coutinho, ainda possui seu escritório na rua.

Foram muitos os estabelecimentos e personagens que fizeram parte da história da Rua Chile. Citar e relembrar a importância de alguns é apenas uma tentativa de reconstruir os motivos que a transformaram em uma das áreas mais nobres e freqüentadas da cidade. A breve retrospectiva da história desse lugar é um esforço para compreender como ele se tornou o principal ponto de encontro de diferentes gerações que alcançaram os tempos áureos da Rua Chile.

A rua sustentou tal condição até a década de 1970 quando começou a entrar em declínio. Entre alguns dos fatores que causaram a decadência da rua estão a expansão da cidade em outras direções, que foi evidenciada pela transferência do centro político a partir da concentração das repartições do estado no Centro Administrativo, na Paralela.

A construção do shopping center Iguatemi, primeiro centro comercial de Salvador, foi deslocando, com o passar do tempo, o público que freqüentava a Rua Chile. Além desses fatores o incêndio das lojas Duas Américas, em 1977, contribuiu para acelerar o processo de decadência da rua, cujo período de apogeu estava chegando ao fim.

 

Conclusão

Embora a Rua Chile tenha perdido a atmosfera dos tempos em que era a via do glamour, sua importância para a cidade de Salvador e para os baianos ficou guardada no imaginário popular, que restitui as lembranças do passado.

Logo que com a formação e desenvolvimento da região e do organismo urbano são intimamente ligados, do mesmo modo que a história da Rua Chile confunde-se em alguns momentos com a história da cidade de Salvador. O centro é um desses elementos, pois ele constitui uma verdadeira síntese, do ponto de vista que reflete ao mesmo tempo as reformas atuais da vida da região e da cidade e passado.

Diante de tais fatos percebe-se que a conservação da memória da Rua Chile é mantida pelos laços afetivos que as pessoas mantêm com esse lugar. Embora ela seja um patrimônio histórico, apenas a preservação da estrutura física da rua não torna possível o reencontro com o passado. A dinâmica da memória é regida por uma lógica da nostalgia na qual “A lembrança é então integrada numa combinação de representações e reflexões que acarreta uma reencenação constante dos acontecimentos passados.” (JEUDY, 1990, p. 130) Portanto, são as lembranças do passado da Rua Chile que fazem com que ela esteja presente no imaginário de baianos e turistas, e que lhe trazem esse aspecto singular de proporcionar a sensação de volta ao passado.

Quem conhece a história da Rua Chile sabe que existe um significado que foi atribuído àquela localidade. Ir à Rua Chile até a década de 1970 era ir ao coração da cidade. A rua concentrava lojas, livrarias, restaurantes, bares e hotéis. Era o espaço urbano onde as pessoas poderiam conversar, namorar, fazer negócios, ou simplesmente exibir seus melhores trajes. Seus freqüentadores iam desde políticos e advogados até turistas e desocupados.

Entretanto, a Rua Chile não comportou o acelerado crescimento da cidade, que se expandiu para outras direções, mas, mesmo assim, a rua manteve a sua aura simbólica, tanto que, em 1985, foi tombada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

Para aqueles que desconhecem a história da Rua Chile, ela pode ser apenas mais um lugar da cidade de Salvador. Mas para quem teve a oportunidade de andar nessa rua no tempo em que ela representava um dos locais mais nobres da cidade terá uma impressão muito diferente.

Diante desse contexto, nesse artigo tentei retratar a representação simbólica da Rua Chile para os baianos. Embora esse lugar não seja mais o centro dos acontecimentos na cidade, ele preserva a memória do período no qual era considerado o mais importante e freqüentado de Salvador.

Compreender o valor simbólico da Rua Chile é uma resposta à relação de identificação dos baianos com o significado que esse lugar possui. E é também uma oportunidade de conhecer um pouco a história da cidade, através de um dos muitos lugares que a compõem.

 

Bibliografia

CADENA, Nelson Varón. Marinha chilena batizou via. A Folha.

GOTTSCHALL, Carlota de Sousa; SANTANA, Mariely Cabral de. (organizadoras) Centro da Cultura de Salvador. Salvador: EDUFBA, 2006.

FLEXOR, M. Helena Ochi. Salvador e os postais. Salvador: Fundação Gregório de Mattos, 1999.

 NASCIMENTO, Silvia. Tradicional Rua Chile faz 100 anos e é homenageada. A Tarde, Salvador, 12 jul. 2002. Caderno 1.

 REBOUÇAS, Diógenes e FILHO, Godofredo. Salvador da Bahia de Todos os Santos no Século XIX. 3ª Edição. Salvador : Odebrecht. 1996.

 SANTOS, Mário Augusto da Silva. A República do povo: Sobrevivência e Tensões; Salvador (1890-1930). Salvador : EDUFBA. 2001.

 SANTOS, Milton. O Centro da Cidade do Salvador. 2ª ed. São Paulo: EDUSP; Salvador: EDUFBA, 2008.

 SANTOS NETO, Isaias de Carvalho. Centralidade urbana: espaço & lugar; esta questão na Cidade de Salvador. São Paulo: USP/Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, 1991.

 Uma rua chamada saudade. A Tarde, Salvador, 21 jul. 2002. Caderno 2, p.4.

2 Comentários

  1. eudesamigo said,

    Falta postar. Clique em editar e coloque o seu texto.Observe as normas da ABNT referentes a elaboração de um artigo academico.

  2. eudesamigo said,

    Oi. Seu contexto está incompleto e fora da estrutura. É importante que vc siga as recomendações de Alfredo. Vc precisa fazer uma introdução dentro dos esclarecimentos dele, organizar melhro seu contexto; comentara afonte primária e concluir.

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